ONU rejeita ultimato de líder de facto e mantém tropas na Costa do Marfim

A ONU rejeitou o ultimato do presidente de facto da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, e vai manter suas tropas no país. Gbagbo atravessa uma séria crise, uma vez que há forte pressão internacional a respeito do resultado da eleição presidencial do dia 28 que o manteve no poder. Ele está no cargo desde 2000. O rival do presidente nas eleições, Alassane Ouattara, contesta o resultado, alegando fraude. Ele se apoia numa comissão eleitoral que o considerou vitorioso.

, O Estado de S.Paulo

20 de dezembro de 2010 | 00h00

Enquanto Gbagbo é apoiado pelo Exército e pelo Conselho Constitucional do país, Ouattara tem entre seus aliados governos internacionais e a ONU. Assessores de Gbagbo negam a possibilidade de que ele deixe o governo e parta para o exílio, como querem opositores. Cerca de 10 mil capacetes azuis estão atualmente no país.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.