ONU repreende China por ''sumiço'' de dissidente

Um grupo de trabalho da ONU exigiu que a China a liberte imediatamente um dos mais importantes defensores dos direitos humanos do país, Gao Zhisheng, que desapareceu há quase um ano. Ligado ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, o painel concluiu que Pequim viola a legislação internacional ao manter Gao preso em local desconhecido.

Cláudia Trevisan, O Estado de S.Paulo

29 de março de 2011 | 00h00

O ativista é cristão e ficou famoso por defender integrantes da seita Falun Gong, banida nos anos 90. Duas semanas antes de desaparecer, Gao disse, em entrevista à Associated Press, que havia sido torturado nos 14 meses em que ficou preso, antes de março de 2010. As declarações foram dadas com a condição de que só seriam divulgadas caso ele voltasse a desaparecer ou conseguisse fugir para os EUA ou Europa.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.