Oposição não consegue se articular

A oposição venezuelana levou 11 anos para formar uma aliança contra o presidente Hugo Chávez. No Equador, os cinco anos de Rafael Correa no poder ainda não foram suficientes para isso. O presidente terá sete rivais no dia 17. Apenas um à sua esquerda: Alberto Acosta, respaldado pelo movimento indígena, rompido com Correa há um ano.

O Estado de S.Paulo

03 de fevereiro de 2013 | 02h06

"Henrique Capriles apareceu depois de muito tempo. Estamos no ponto do surgimento de novas forças", diz o analista Walter Spurrier. Além disso, a dicotomia entre o discurso e a práxis econômica do presidente, criou uma oposição com dificuldade em encontrar um líder.

À esquerda, o movimento indígena questiona a exploração de minério na Amazônia. À direita, empresários criticam o aumento de impostos para setor bancário. "O discurso segue a lógica de Chávez, mas a economia tem um perfil técnico. Os ricos ganham muito dinheiro", afirma. / L.R.

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