Carlos Garcia Rawlins/Reuters
Carlos Garcia Rawlins/Reuters

Oposição pede que CIDH anule eleição presidencial na Venezuela

Coalizão Mesa pela Unidade Democrática entregou documento falando em violação dos direitos políticos

AE, Agência Estado

09 de setembro de 2013 | 16h25

WASHINGTON - A coalizão opositora venezuelana Mesa pela Unidade Democrática pediu nesta segunda-feira, 9, que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) anule as eleições presidenciais de 14 de abril, nas quais o candidato do governo, Nicolás Maduro, se tornou presidente da Venezuela.

Em um documento de 250 páginas entregue na sede da CIDH, a coalizão opositora alegou que o governo venezuelano comemorou eleições fraudulentas, que significam violação dos direitos políticos e de pensamento, garantias judiciais, proteções judiciais e de igualdade perante a lei, contemplados na Convenção Americana sobre Direitos Humanos.

O dirigente da Mesa pela Unidade Democrática, Ramón José Medida, disse a jornalistas que recorreu à CIDH por ser uma instância conhecedora dos direitos humanos.

Medina acrescentou que o recurso inclui uma petição para que a CIDH analise o caso imediatamente, considerando que as eleições para prefeito, em oito de dezembro, se ocorrerem nas mesmas condições, continuariam a violar os direitos humanos fundamentais.

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