Oposição quer impor referendo; PDVSA pode ser dividida

A oposição na Venezuela informou que vai promover um referendo, perguntando aos cidadãos se o presidente Hugo Chávez deve renunciar, mesmo que ele ignore a votação, como tem dito que vai fazer. "O referendo vai ocorrer com ou sem a participação do regime", disse Carlos Ortega, presidente da Confederação de Trabalhadores da Venezuela, sindicato de um milhão de membros e líder do movimento contra Chávez.A petrolífera estatal Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA) continua com os planos de tentar quebrar a greve através da divisão da companhia em duas partes, para afastar uma facção de executivos dissidentes. O presidente da PDVSA, Alí Rodríguez, disse, na semana passada, que o governo planeja cortar cerca de seis mil empregados em Caracas, um centro de resistência anti-Chávez, e na cidade petrolífera de Maracaibo, no oeste do país.Rodríguez tem afirmado que pode pessoalmente administrar a PDVSA, enquanto os executivos Félix Rodríguez e Luis Marin gerenciariam as operações separadas da empresa no oeste e no leste do país, superando a burocracia central do monopólio e aumentando o controle do governo.Ramírez disse que o governo está considerando outras ações, incluindo a venda de ativos secundários, como a subsidiária norte-americana Citgo.

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