Organizações preveem mais mortes por cólera no Haiti

Organizações de auxílio e autoridades de saúde internacionais disseram hoje que o cólera segue como uma grande ameaça no Haiti, onde um milhão de pessoas continuam vivendo em acampamentos desde o terremoto do início do ano passado. O subsecretário-geral da Cruz Vermelha Internacional, Matthias Schmale, disse que há um temor de que a epidemia siga avançando.

AE, Agência Estado

11 de janeiro de 2011 | 13h34

A porta-voz da Organização Mundial de Saúde (OMS) Fadela Chaib disse que a epidemia ainda não alcançou seu pico, apesar de já ter provocado pelo menos 3.651 mortes. Mais de 170 mil pessoas foram infectadas desde o início da epidemia, em outubro. Segundo a funcionária, o pior estágio será superado quando a taxa de mortalidade, hoje em 2,2%, baixe para menos de 1%.

Por outro lado, o secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Michel Jarraud, disse que o Haiti precisa de US$ 10 milhões para melhorar seus sistemas de prognósticos e alertas. As informações são da Associated Press.

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