Organizadores de festas são condenados a açoite no Irã

Um grupo de músicos, um câmera e um cabeleireiro que organizavam festas de casamento no Irã foram condenados ao açoite e a pagar uma multa por violarem a lei islâmica. O jornal Irã, ao dar essa notícia hoje, diz que o grupo, que operava principalmente no elegante bairro de Karaj, no norte de Teerã, violou um preceito da lei islâmica vigente no país. Na república islâmica são proibidas práticas como um homem dançar com uma mulher, executar músicas ao vivo e uma mulher aparecer diante de um homem que não pertença ao núcleo familiar direto sem cobrir-se da cabeça aos pés. Também não é permitido aos homens não apenas tocar como também olhar o cabelo de uma mulher com quem não tenha uma estreita relação. Os serviços de cabeleireiro para mulheres devem ser prestados só por mulheres. O jornal não indicou a quantos açoites foram condenados os transgressores - cuja atividade foi casualmente descoberta pela polícia, que seguia de perto um homem suspeito de atividades financeiras ilegais.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.