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Os 10 casos mais urgentes de crimes e ameaças contra jornalistas no mundo

'Estadão' publica mensalmente lista em parceria com a One Free Press Coalition; confira as ocorrências denunciadas em setembro

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de setembro de 2019 | 07h00

O Estado faz parte da One Free Press Coalition, iniciativa entre jornais e veículos de comunicação do mundo todo para denunciar crimes e ameaças contra jornalistas. A missão é usar as vozes coletivas de seus membros, que alcançam mais de 1 bilhão de pessoas, para defender os jornalistas que estão sendo atacados por perseguir a verdade.

Entre os crimes citados desta edição está a da repórter investigativa mexicana Lydia Cacho que teve a casa invadida, seus animais assassinados e vem sofrendo ameaças de morte por conta de suas reportagens sobre casos de abuso sexual. E Masoud Kazemieditor-chefe da revista Sedaye Parsi, sentenciado a quatro anos e meio de prisão, acusado de espalhar propaganda antiestatal e insultar o líder supremo e outras autoridades iranianas. 

Além do Estado, fazem parte da One Free Press Coalition importantes veículos internacionais como os jornais Financial TimesThe Boston GlobeCorriere della SeraSüddeutsche ZeitungLe Temps e De Standaard; os portais HuffPost, EURACTIV e Yahoo News; as revistas ForbesFortuneTime e Republik, as agências de notícias The Associated Press e Reuters; e as emissoras de televisão CNN Money Switzerland e Deutsche Welle.

Veja abaixo a sétima lista dos 10 casos mais urgentes de crimes e ameaças contra jornalistas no mundo, ranqueada em ordem de urgência:

 

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