Otan apoiará afegãos mesmo após retirada, diz Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou, em artigo publicado hoje, que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) seguirá apoiando o Afeganistão, mesmo após a entrega da segurança do país a autoridades locais. A meta prevista para a entrega total da segurança às forças locais é 2014. Os líderes da Otan se reúnem hoje para um encontro em Lisboa com foco no Afeganistão.

AE, Agência Estado

19 de novembro de 2010 | 09h44

"Nós finalmente temos a estratégia e os recursos para acabar com o momento do Taleban, privar os insurgentes de suas bases, treinar mais forças de segurança afegãs e auxiliar o povo afegão", escreveu Obama em artigo no jornal português Público.

"Em Lisboa, nós alinharemos nossa abordagem para que possamos começar a transição para a responsabilidade afegã no início do próximo ano, e adotar a meta do presidente (Hamid) Karzai de que as forças afegãs assumam a liderança da segurança pelo Afeganistão até o fim de 2014", escreveu o líder norte-americano.

"E mesmo que a transição da América e a redução das tropas comece em julho, a Otan, como os Estados Unidos, pode forjar uma parceria duradoura com o Afeganistão para deixar claro que, conforme os afegãos assumam a liderança, eles não ficarão sozinhos." As informações são da Dow Jones.

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