, O Estado de S.Paulo

21 de dezembro de 2010 | 00h00

Documentos indicam que os EUA veem a África como um continente marcado pelo contrabando nuclear, pela contaminação radioativa, a exportação ilegal de urânio e a total falta de segurança das instalações atômicas. A usina do Congo não é monitorada por câmeras, conta apenas com 20 seguranças e já teve barras de urânio roubadas.

Tel-Aviv propõe ação contra o Irã

O governo israelense teria pedido uma ação imediata dos EUA contra o Irã, afirmando que as sanções não acabariam com a ameaça nuclear representada pelo governo iraniano. Israel disse ainda que Teerã já devia ter sua arma nuclear e pediu um prazo para o fim das negociações, considerando a opção militar para conter o regime dos aiatolás.

Israel previu triunfo do Hamas

A Inteligência Militar de Israel disse à Embaixada dos EUA em Tel-Aviv em junho de 2007 que previa que o grupo Hamas tomaria a Faixa de Gaza. "Israel ficaria feliz se o Hamas tomasse o controle de Gaza, pois o Exército poderia tratar o território como uma entidade hostil." Dias depois, o Hamas realmente expulsou a Fatah do território.

Material nuclear seria alvo no Iêmen

A falta de segurança de materiais nucleares no Iêmen daria chance para que a Al-Qaeda se apoderasse de substâncias atômicas usadas em hospitais e instituições de pesquisa, que poderiam ser usadas pelos terroristas na fabricação de bombas sujas. Dias após o envio do telegrama, o material foi transferido para lugares mais seguros.

Egito recusou armas soviéticas

O governo egípcio recusou a compra de armas nucleares, de material atômico e de tecnologia oferecida no mercado negro após o fim da União Soviética. A descoberta do incidente levantou dúvidas sobre quais países e grupos teriam aceitado a proposta de compra. Ex-militares e cientistas nucleares seriam os responsáveis pela venda.

Taleban estoca ópio afegão

Os insurgentes do Taleban e traficantes afegãos estocaram 12,4 toneladas de ópio, matéria-prima da heroína, para elevar os preços da droga no Ocidente. A quantidade armazenada é avaliada em US$ 1,25 bilhão. Cada tonelada de ópio pode produzir 100 quilos de heroína. O Afeganistão é o maior produtor e exportador de ópio e heroína do mundo.

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