Pacifistas israelenses protestam contra Sharon

Milhares de pacifistas israelenses acusaram hoje, o primeiro-ministro Ariel Sharon de levar Israel à catástrofe, em manifestações realizadas em Jerusalém e Tel Aviv, informaram testemunhas à agência Ansa. Em resposta à convocação do movimento "Paz Agora", os manifestantes exibiam cartazes com dizeres denunciando o processo de eliminações de palestinos, por parte de Israel, e de atentados, por parte dos palestinos. "Não queremos matar, nem ser assassinados pela colonização israelense", gritavam. Em frente à residência de Sharon, em Jerusalém, cerca de 300 manifestantes colocaram dois caixões como símbolo das vítimas da violência, tanto israelenses como palestinas. Em Tel Aviv, em frente ao Ministério da Defesa, alguns soldados da reserva se juntaram a cerca de 700 manifestantes para reforçar os protestos. Os reservistas fazem parte do grupo de 52 militares que, na sexta-feira, anunciaram que não mais participarão da milícia israelense porque não estão dispostos a continuar expulsando e humilhando os palestinos.

Agencia Estado,

26 Janeiro 2002 | 19h25

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