Padre é preso na Itália por participar de genocídio em Ruanda

A polícia italiana prendeu um padre que servia em uma igreja toscana sob acusações de envolvimento no genocídio de Ruanda em 1994, disse a agência de notícias Ansa nesta terça-feira.

REUTERS

20 de outubro de 2009 | 19h20

Emmanuel Mihigo Uwayezu, de 47 anos, nega a acusação e diz que tentou salvar vidas durante o genocídio, quando cerca de 800 mil tutsis e hutus politicamente moderados foram assassinados.

Em maio, o grupo African Rights acusou Uwayezu, um hutu, de estar envolvido no massacre de 80 jovens tutsis no sul de Ruanda, disse a agência.

Uwayezu, que trabalhava na Itália há mais de 12 anos e servia como padre em uma igreja da cidade de Empoli, na Toscana, foi preso a pedido das autoridades ruandesas.

Ele está em custódia esperando extradição, disse a polícia.

(Reportagem de Silvia Ognibene)

Tudo o que sabemos sobre:
RUANDAITALIA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.