Padres são submetidos a trabalhos forçados na China

A polícia chinesa enviou a trabalhos forçados seis sacerdotes da Igreja Católica clandestina, perseguida por sua fidelidade ao papa, informaram hoje à Ansa fontes governamentais. Os seis, dos quais não se conhecem os nomes, foram detidos junto a outros onze padres em 11 de julho do ano passado e levados à prisão de Chongren, na região de Jiangxi. Recentemente, os sacerdotes foram condenados a penas que variam de um ano e meio a três anos de "reeducação através do trabalho" - como são chamados na China os campos de trabalhos forçados. O envio ao trabalho forçado é uma medida administrativa decidida pela polícia, sem processo judicial. Outros seis padres, que fizeram uma espécie de confissão e pagaram uma multa, foram libertados.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.