Pai de jornalista e sunita apela por sua libertação

Os negociadores dos EUA corriam contra o tempo para tentar obter a libertação da jornalista americana Jill Carroll, enquanto vencia ultimato dado pelos seqüestradores que ameaçaram matá-la até o fim do dia de hoje. O pai da correspondente do jornal The Christian Science Monitor, Jim Carroll, fez hoje um desesperado apelo pelas tevês árabes Al-Jazira e Al-Arabiya. "Quero falar diretamente com os seqüestradores de minha filha, já que talvez sejam pais como eu. Minha filha não tem poder para conseguir libertar ninguém", disse Jim. Ele lembrou aos seqüestradores, que ameaçaram matá-la se os EUA não libertassem todos as iraquianas presas, que sua filha "é uma jornalista, uma pessoa inocente". A mãe de Jill, Mary Beth Carroll, também fez na quinta-feira um apelo pela rede CNN.Adnan Al-Duleimi, líder da Frente da Concórdia Nacional, uma aliança que reúne os três principais partidos sunitas, também pediu a libertação da repórter de 28 anos, capturada no dia 17 em Bagdá quando ia entrevistá-lo. Apelos também foram feitos em mesquitas de vários países.

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