Pai duvida que estresse tenha deixado Jackson doente

O pai de Michael Jackson disse que não acredita que o estresse por causa da intensa série de show que o "Rei do Pop" havia planejado para retomar sua carreira tenha levado à morte do cantor. Joe Jackson também disse, em entrevista concedida hoje, que acredita que seu filho será maior depois de morto do que era em vida. O patriarca dos Jackson 5 disse que gostaria que Michael Jackson pudesse ver as demonstrações de afeto desde sua morte.

AE-AP, Agencia Estado

28 de junho de 2009 | 19h25

"Michael foi o maior superstar do mundo e na história", Joe Jackson disse ao programa "Geraldo at Large" da Fox News. "Ele era amado por todos, independentemente de serem ricos ou pobres". Michael Jackson deveria começar sua série de 50 shows em Londres em julho. Três dias após a morte do ícone pop, celebridades foram a Los Angeles para o que deve ser uma espetacular homenagem a Jackson na entrega do prêmio BET Awards.

Os pedidos de meios de comunicação para a cobertura da entrega do prêmio, na noite de hoje, dobraram após a morte do cantor e o tapete vermelho foi ampliado. Ainda não se sabe se algum membro da família de Jackson, que permaneceu reunida no final de semana, pretende participar do evento.

Artistas que já haviam anunciado sua participação no evento, dente deles Beyonce e Ne-Yo, estavam trabalhando para remodelar as performances que haviam ensaiado antes, de maneira que possam homenagear o ícone do pop. Outras estrelas que não pretendiam comparecer à entrega do prêmio, dentre eles Usher e Justin Timberlake, tentavam pegar aviões na última hora.

No sábado, o cardiologista que estava com Jackson em seus últimos momentos, foi submetido a um interrogatório de três horas. Sua representante disse que ele não é considerado pela polícia como um suspeito da morte do cantor.

O médico Conrad Murray "ajudou a identificar as circunstâncias sobre a morte do astro do pop e esclareceu algumas inconsistências", disse a porta-voz Miranda Sevcik. Segundo ela, o médico é considerado uma "testemunha da tragédia". A polícia confirmou que interrogou Murray e que ele cooperou muito.

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