Pai rejeita versão de suicídio do filho preso em Guantánamo

O pai de um iemenita detido na base naval mantida pelos Estados Unidos em Guantánamo, Cuba, rejeitou nesta quarta-feira a versão de que seu filho teria se suicidado e acusou os soldados americanos de o terem assassinado."Eles (os americanos) já mentiram antes e agora estão mentindo mais. Meu filho era um homem religioso, um muçulmano devoto. É simplesmente impossível que ele tenha se suicidado. Eles o mataram", acusou Mohammed Abdullah al-Aslami em conversa com a Associated Press em sua casa em Taiz, 300 quilômetros ao sul de Sanaa, a capital do Iêmen.O filho de Aslami, Ali Abdullah Ahmed, e dois sauditas, Mani Shaman Turki al-Habradi al-Utaybi e Yasser Talal al-Zahrani, foram encontrados mortos em sua celas em Guantánamo no sábado. Militares americanos alegam que os três suicidaram-se por enforcamento.

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