País ainda tem de avançar em áreas menos tradicionais

O consenso entre os publicitários brasileiros é o de que, embora o País tenha uma grande presença nas áreas mais tradicionais da publicidade, como Press (anúncios impressos) e Outdoor, a participação nacional nas campanhas integradas e que exigem um pensamento multimídia ainda tem muito a crescer.

O Estado de S.Paulo

24 de junho de 2012 | 03h05

O Brasil ficou de fora de Creative Effectiveness, que mede o resultado econômico da propaganda, e de Titanium & Integrated, prêmio para campanhas que influenciam direto no comportamento de consumo das pessoas.

O diretor de publicidade e marketing da Fiat, João Ciaco, julgou Creative Effectiveness e diz ter ficado impressionado com os exemplos que mostraram de maneira clara quais foram os resultados da publicidade para determinadas marcas.

Para Mário D'Andrea, diretor de criação e sócio da Fischer & Friends, a ausência de peças brasileiras em categorias que exigem estratégias integradas de mídia está ligada ao pouco tempo que os publicitários têm para desenvolver as ideias. "Por falta de tempo, somos muito bons no jogo tático, mas perdemos pontos na estratégia", disse./ F.S.

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