País mais perto da guerra civil

Os protestos contra o presidente sírio, Bashar Assad, começaram em fevereiro de 2011 na esteira da Primavera Árabe. De acordo com estimativas da ONU, desde então, os confrontos já mataram cerca de 10 mil pessoas, a maioria civis. O governo acusar os dissidentes de realizar ações terroristas patrocinadas por inimigos externos do regime.

O Estado de S.Paulo

14 Maio 2012 | 03h07

Os opositores, embora fragmentados, pedem intervenção internacional e tentam aumentar a pressão pela renúncia de Assad, cuja família domina a Síria desde 1971. Para tentar acabar com o clima de guerra civil, o enviado da Liga Árabe e ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, costurou um acordo de seis pontos, sendo o principal deles um cessar-fogo, que nunca foi implementado.

Apesar das sanções políticas e econômicas impostas pela União Europeia e pelos Estados Unidos e de uma missão internacional composta por 300 observadores da ONU, a violência não dá sinais de retrocesso e o país parece, cada vez mais, mergulhar em uma guerra civil. / REUTERS

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