Peter Byrne/via AP
Peter Byrne/via AP

Líderes mundiais condenam atentado em Manchester e enviam condolências ao povo britânico

Emmanuel Macron e Angela Merkel expressaram solidariedade ao Reino Unido; papa Francisco qualificou o ataque como ‘bárbaro’

O Estado de S.Paulo

23 Maio 2017 | 05h10
Atualizado 23 Maio 2017 | 11h48

O atentado suicida cuja autoria foi reivindicada pelo grupo jihadista Estado Islâmico deixou ao menos 22 mortos, entre eles crianças, e 59 feridos durante um show da cantora pop americana Ariana Grande. Diversos líderes mundiais condenaram nesta terça-feira, 23, o ataque e enviaram mensagens de condolências às famílias das vítimas.

O presidente da França - país que tem lidado constantemente com ações terroristas -, Emmanuel Macron, expressou seu "horror" e "consternação". Em um comunicado dirigido ao povo britânico, ele disse: "Toda a compaixão e consideração da França, que está ao seu lado em luto com um pensamento especial para as vítimas e suas famílias".

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, expressou sua solidariedade com o povo e o governo britânicos. "Asseguro aos cidadãos do Reino Unido que a Alemanha está a seu lado. É inconcebível que alguém use um show alegre de pop para matar muita gente ou causar feridas graves.”

O papa Francisco manifestou profunda tristeza pelo “bárbaro” ataque, e destacou “sua sincera solidariedade a todos que foram atingidos por esse ato de violência sem sentido”. Veja abaixo outras reações.

União Europeia

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse: “Meu coração está em Manchester esta noite”.

Veja abaixo: May condena 'horrível atentado terrorista'

A alta representante da União Europeia, Federica Mogherini, destacou que foi “um ataque contra a juventude europeia” e “a melhor resposta” aos atentados terroristas “será que a nossa juventude europeia continue vivendo unida”.

Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, afirmou que está de “coração destruído” e pediu que se trabalhe “para combater aqueles que buscam destruir a nossa maneira de viver”.

O primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, enviou “pesar às famílias das vítimas mortas” e “desejos de uma rápida recuperação aos feridos”.

O primeiro-ministro da Holanda, Mark Rutte, lamentou as “terríveis notícias vindas de Manchester, onde uma bela noite terminou em drama”.

Vladimir Putin, presidente da Rússia, se declarou disposto a colaborar nos esforços antiterroristas com Londres e qualificou o atentado como “cínico e desumano”.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, condenou a ação e afirmou que está “junto ao Reino Unido, como a todos os países, na luta contra o terrorismo”.

América

O presidente dos EUA, Donald Trump, condenou o atentado que essencialmente atingiu “gente jovem, bonita e inocente que vivia e desfrutava de sua vida assassinada por perdedores do mal”. Ele também destacou que “os terroristas e extremistas, assim como os que o apoiam, devem ser eliminados para sempre de nossas sociedades”.

O presidente do México, Enrique Peña Nieto, expressou seu pesar. “Lamento os trágicos acontecimentos ocorridos em Manchester. Nossa solidariedade com a sociedade e o governo do Reino Unido.”

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, afirmou “nesta hora de dor”, sua “solidariedade com o povo britânico, em especial às famílias das vítimas na Manchester Arena”.

Outras regiões

O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu condenou “com força o terrível atentado terrorista perpetrado esta noite”.

Xi Jinping, presidente da China, enviou suas condolências à rainha Elizabeth II e afirmou que o povo chinês está junto ao britânico.

O primeiro-ministro da Austrália, Malcolm Turnbull, condenou o “ataque brutal contra a juventude em todas as partes e contra a liberdade em todas as partes”. / AFP

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