Países europeus condenam eleições de rebeldes na Ucrânia

Os ministros de Relações Exteriores do Reino Unido e de quatro países da Europa Central condenaram o plano dos insurgentes pró-Rússia no leste da Ucrânia de realizarem eleições locais.

Estadão Conteúdo

30 de outubro de 2014 | 16h15

Em um comunicado conjunto após uma reunião nesta quinta-feira em Bratislava, capital da Eslováquia, os ministros classificaram a votação marcada para domingo como "ilegítima" e uma violação ao acordo de cessar-fogo assinado em Minsk, no mês passado.

"Apelamos a todas as partes a respeitar o Protocolo de Minsk e o Memorando de Minsk e agir para a solução pacífica do conflito, restaurar a estabilidade baseada no pleno respeito da independência, soberania e integridade territorial da Ucrânia", afirmaram.

Além do Reino Unido, participaram da reunião Eslováquia, República Tcheca, Hungria e Polônia. Eles também pediram que a Rússia não reconheça o pleito dos rebeldes.

A União Europeia alertou que não iria reconhecer o voto, mas a Rússia afirma que a rejeição às eleições dos rebeldes sabota o acordo de paz.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, também afirmou que a votação rebelde violaria tanto

a constituição ucraniana quanto a legislação nacional. Fonte: Associated Press.

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