AFP PHOTO / JACK GUEZ
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Palestino esfaqueia e mata dois israelenses em sinagoga de Tel-Aviv

O ataque aconteceu por volta das 14h (10h em Brasília) quando um agressor começou a apunhalar várias pessoas no segundo andar de um edifício comercial no centro Panorama, próximo da praia

O Estado de S. Paulo

19 de novembro de 2015 | 15h04

JERUSALÉM - Um ataque de um palestino nesta quinta-feira, 19, na sinagoga de um centro de escritórios de Tel-Aviv deixou dois israelenses mortos e outros dois feridos, informou a polícia. O ataque aconteceu por volta das das 14h (10h em Brasília) quando um agressor começou a apunhalar várias pessoas no segundo andar de um edifício comercial no centro Panorama, próximo da praia.

"Quando ouvimos gritos, fomos entender o que se passava, acho que foi na sinagoga do edifício", relatou uma testemunha identificada como Meirav ao Canal 10. A testemunha acrescentou que a essa hora as pessoas começavam a sair para ir para casa, pois quinta-feira é o último dia útil da semana em Israel e é comum encerrar o expediente mais cedo. "Ordenaram que nos trancássemos nos escritórios", declarou ela no mesmo andar do edifício onde aconteceu o ataque.

Segundo este canal de televisão, o agressor entrou na sinagoga e começou a apunhalar os fiéis que estavam rezando. "Um deles (das vítimas) foi declarada morto (no lugar), um está em estado grave e outros dois sofreram ferimentos moderados", confirmou Maguen David Adom, equivalente israelense da Cruz Vermelha. Pouco depois, o Hospital Ichilov, em Tel- Aviv, informou que o ferido grave também tinha morrido. 

Segundo a imprensa local, o primeiro morto, que não foi identificado, é um homem de 32 anos. O agressor, de 24 anos, originário da aldeia palestina de Dura, foi baleado por agentes dos organismos de segurança e sofreu ferimentos de gravidade moderada. Após uma busca por ruas vizinhas e pelos escritórios do edifício, a polícia descartou os testemunhos que diziam que um segundo agressor tinha escapado.

É o segundo ataque em Tel-Aviv desde que começou a atual onda de violência na região, que já deixou 16 israelenses e 89 palestinos mortos, a metade destes últimos agressores ou supostos agressores e os demais em manifestações em Jerusalém Oriental, Cisjordânia e Gaza. / EFE

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