GALI TIBBON/AFP
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Palestino mata 2 a tiros em Jerusalém 

Atirador, que não teve identidade revelada, foi abatido a tiros por forças de segurança

O Estado de S. Paulo

09 de outubro de 2016 | 19h48

JERUSALÉM - Uma mulher de 60 anos e um policial de 29, ambos israelenses, morreram neste domingo, 9, em um ataque com arma de fogo ocorrido em Jerusalém, no qual o agressor palestino também foi abatido a tiros por forças de segurança.

Segundo confirmou à agência EFE uma porta-voz do Hospital Hadassah Ein Karem de Jerusalém, as duas vítimas eram um agente e uma mulher que havia sido atingida por um tiro do agressor quando se encontrava dentro do próprio carro em um cruzamento.

O policial também morreu como consequência dos disparos e perto de onde a mulher foi ferida, em um tiroteio entre as forças de segurança e o agressor, afirmou o portal israelense Ynet. Outras cinco pessoas ficaram feridas no ataque.

O incidente aconteceu na manhã deste domingo, quando um palestino de 39 anos, cuja identidade não foi revelada pela polícia, abriu fogo de dentro de seu veículo contra um carro e vários pedestres perto de uma cabine de polícia no território palestino ocupado de Jerusalém Oriental.

Após este primeiro ataque, o agressor fugiu em seu carro e continuou a atirar contra várias pessoas, até ser abatido por disparos de um policial.

A agêngia EFE pôde constatar intensos tiroteios no local, que foi interditado minutos após o incidente para a chegada de dezenas de viaturas da polícia e dos serviços de emergência.

O ataque ocorre durante um período de férias judaicas, entre as celebrações do ano-novo e do dia de Yom Kippur, o mais sagrado do calendário judeu, que ocorrerá na terça-feira e na quarta-feira.

Em Gaza, o movimento islamita Hamas celebrou o ataque e seu porta-voz Fawzi Barhum afirmou em comunicado que "abençoa o comando e a heroica operação em Al-Quds (nome em árabe para Jerusalém)".

"O Hamas considera (o ataque) uma resposta natural aos crimes de ocupação e suas violações contra nosso povo e seus lugares sagrados", acrescentou o porta-voz. / EFE

 

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