Panda que morreu em zoo dos EUA tinha fígado anormal

A morte de um panda gigante com 6 dias de idade no Zoológico Nacional dos EUA, em Washington, pode ter sido causada por uma anomalia hepática, disse o veterinário-chefe da instituição na segunda-feira.

MEDINA ROSHAN, Reuters

24 de setembro de 2012 | 18h38

A morte - um golpe doloroso para os conservacionistas - ocorreu no domingo, e os primeiros exames mostram que provavelmente o filhote era uma fêmea, sem sinais evidentes de contusões ou infecções.

O filhote, nascido no dia 16, ainda não tinha nome - pela tradição chinesa, esses animais só são batizados aos cem dias de vida. Seu nascimento havia sido recebido com festa pelos funcionários do zoo e por ativista da preservação dos pandas gigantes.

Existem menos de 1.600 espécimes de panda gigante na natureza, e uns 300 em zoológicos e centros de proteção. A cada cinco filhotes nascidos em cativeiro, um morre antes de um ano, segundo o Zoo Nacional.

Segundo Murray, exames preliminares mostram que o filhote tinha o fígado descolorido e, em algumas áreas, endurecido. "Isso sugere que houve um componente hepático na morte", afirmou o veterinário.

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