Papa escreve carta para ONU ajudar as minorias religiosas no Iraque

Vaticano havia pedido a líderes religiosos muçulmanos para condenar a atividade dos militantes do Isil

O Estado de S. Paulo

13 de agosto de 2014 | 11h14

ROMA - O papa Francisco renovou nesta quarta-feira, 13, seu apelo à comunidade internacional por uma ação para acabar com o sofrimento das minorias religiosas em razão do conflito no norte do Iraque, e escreveu uma carta pedindo ajuda ao secretário-geral da ONU, Ban-Ki Moon.

"Escrevo ao senhor, sr. secretário-geral, e coloco diante de ti as lágrimas, o sofrimento e o choro sincero de desespero dos cristão e outras minorias religiosas da amada terra do Iraque", disse o papa na carta.

Na terça-feira, o Vaticano havia pedido aos líderes religiosos muçulmanos que condenem a atividade dos militantes do Estado Islâmico no Iraque e no Levante (Isil, na sigla em inglês) e disse que a comunidade internacional tem que fazer tudo o que puder dentro da lei internacional para impedir a violência.

O cardeal Fernando Filoni, enviado pelo pontífice como emissário ao Iraque, afirmou na segunda, que o papa gostaria de poder viajar ao norte do país para "compartilhar a dor" das milhares de pessoas que foram obrigadas a abandonar seus lares fugindo da "violência inaudita" do Isil. "O papa queria estar ali, no Iraque, compartilhando a dor das vítimas indefesas de uma cruel injustiça e de uma violência inaudita." / EFE e REUTERS

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