Papa vai estimular democracia na Venezuela, diz cardeal

O papa Francisco deve pressionar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a focar na promoção da democracia e da coexistência pacífica para ajudar a aliviar as tensões provocadas pelas crises política e econômica do país, disse neste domingo o cardeal Jorge Urosa, representante da Igreja Católica na Venezuela.

STEFÂNIA AKEL, Agência Estado

16 Junho 2013 | 19h56

Ele afirmou que espera que, durante uma reunião prevista para esta segunda-feira no Vaticano, o pontífice tente convencer Maduro a parar com seus ataques verbais contra críticos e políticos rivais. O cardeal disse que espera ver "serenidade e imparcialidade na linguagem do presidente" após o encontro.

"Tomara que, quando ele voltar, ele use uma linguagem mais calma e democrática e que reconheça a existência e importância daqueles que pertencem à oposição", disse Urosa. Essa será a primeira reunião de Maduro com o papa. As informações são da Associated Press.

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