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Paquistão abre espaço aéreo cinco meses após escalada militar com a Índia

Decisão de fechar ocorreu em meio a um momento crítico dos confrontos entre os dois países em décadas

Redação, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2019 | 03h24

ISLAMABAD - As autoridades do Paquistão informaram nesta terça-feira, 16, a reabertura total de seu espaço aéreo para voos civis, quase cinco meses depois da escalada bélica com a Índia pelos confrontos que provocaram bombardeios e demolições de caças no final do mês de fevereiro.

"Com efeito imediato, o espaço aéreo do Paquistão está aberto a todos os tipos de tráfego civil em rotas de serviço de tráfego aéreo (ATS, sigla em inglês)", disse a Autoridade de Aviação Civil.

O Paquistão fechou seu espaço aéreo no dia 27 de fevereiro, provocando o cancelamento de todos os voos domésticos e o desvio de voos internacionais, e posteriormente as autoridades paquistanesas retomaram parcialmente as operações em vários aeroportos do país.

A mudança ocorreu em meio à pior escalada militar entre Índia e Paquistão em décadas, depois que Nova Délhi alegou ter bombardeado um campo paquistanês contra o grupo terrorista Jaish-e-Mohammed (JeM), que reivindicou o atentado ocorrido em fevereiro, na Caxemira indiana, onde morreram 42 policiais.

Em resposta, Islamabad bombardeou o território indiano ao desencadear uma batalha aérea na qual os caças foram abatidos e um piloto indiano, mais tarde libertado, foi preso. / EFE

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