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Paquistão corrige para 71 número de militantes presos

O Paquistão retificou hoje que 71 militantes foram presos em operações contra grupos supostamente envolvidos nos ataques que mataram 164 pessoas em Mumbai, capital financeira da Índia, em novembro do ano passado. O ministro do Interior paquistanês, Rehman Malik, chegou a dizer que foram presos 124 suspeitos. Mais tarde, o secretário de Interior, Kamal Shah, corrigiu o número, afirmando que 71 pessoas foram presas e 124 estavam sob vigilância.Em entrevista coletiva, Malik disse também que as evidências fornecidas pela Índia ainda precisavam ser melhor apuradas para serem usadas como provas em um julgamento. A Índia afirma que o grupo militante sediado no Paquistão Lashkar-e-Taiba está por trás dos atentados. Dias depois dos ataques, o Conselho de Segurança das Nações Unidas declarou o Jamaat-ud-Dawa, um grupo de caridade no Paquistão, como uma fachada para o proscrito Lashkar, banido em 2002.Porém, o ministro evitou responder se o Paquistão estava reconhecendo que os ataques haviam sido tramados em seu país. Malik disse que as autoridades paquistanesas tomaram medidas contra 20 escritórios, 87 escolas, duas livrarias, duas escolas religiosas e várias organizações e sites ligados ao Jamaat.

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