Paquistão nega aceitar prazo para entregar suspeitos à Índia

'Washington Post' disse que país tinha 48h para extraditar duas pessoas e mostrar plano para fim de terroristas

Agências internacionais,

07 de dezembro de 2008 | 11h03

As autoridades paquistanesas decidiram que só voltarão a enviar à Índia funcionários do alto escalão, até mesmo de seu serviço secreto, quando receberem provas concretas do que ocorreu nos atentados de Mumbai, informou uma agência de notícias paquistanesa. A decisão foi tomada durante um encontro entre o primeiro-ministro paquistanês, Yousef Raza Guilani, e algumas das máximas autoridades militares e civis do país. Durante a reunião, Guilani reiterou que o Paquistão está pronto para cooperar incondicionalmente com a investigação dos ataques em Mumbai, embora a Índia ainda não tenha atendido sua solicitação. Guilani disse que o Paquistão não tem intenção de agredir nenhum país e quer manter relações cordiais e amistosas com todos, inclusive a Índia. Porém, pediu o fim das acusações sobre o envolvimento de Islamabad nos atentados de Mumbai. O primeiro-ministro declarou ainda que o governo paquistanês defenderá seu território, melhorará as defesas do país e atuará "mão de ferro" contra os elementos que atacarem o Estado. Segundo informações de uma agência de notícias paquistanesa, as autoridades paquistanesas decidiram que só voltarão a enviar à Índia funcionários do alto escalão, até mesmo de seu serviço secreto, quando receberem provas concretas do que ocorreu nos atentados de Mumbai. A decisão foi tomada durante um encontro entre o primeiro-ministro paquistanês, Yousef Raza Guilani, e algumas das máximas autoridades militares e civis do país. Durante a reunião, Guilani reiterou que o Paquistão está pronto para cooperar incondicionalmente com a investigação dos ataques em Mumbai, embora a Índia ainda não tenha atendido sua solicitação. Guilani disse que o Paquistão não tem intenção de agredir nenhum país e quer manter relações cordiais e amistosas com todos, inclusive a Índia. Porém, pediu o fim das acusações sobre o envolvimento de Islamabad nos atentados de Mumbai. O primeiro-ministro declarou ainda que o governo paquistanês defenderá seu território, melhorará as defesas do país e atuará "mão de ferro" contra os elementos que atacarem o Estado.

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