Para entender

O Iraque vive uma espécie de vácuo de poder desde as eleições legislativas de março. Grupos como a Al-Qaeda estão se aproveitando da instabilidade. Apurados os votos, nenhum partido obteve mais do que 91 das 325 cadeiras do Parlamento. O processo eleitoral, marcado por denúncias de irregularidades, tem sido fonte de tensão entre sunitas e xiitas. Na segunda-feira, a Comissão Eleitoral anunciou que voltaria a contar os votos na Província de Bagdá, atendendo ao pedido feito pelo premiê, Nuri al-Maliki, derrotado por uma estreita margem pelo ex-primeiro-ministro Ayad Allawi.

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