Para EUA, atentado contra Bhutto pretende 'fomentar medo'

Pelo menos 126 pessoas morreram devido a explosão de duas bombas durante carreata da ex-primeira-ministra

Efe,

19 de outubro de 2007 | 02h49

A Casa Branca condenou nesta quinta-feira, 19, o atentado contra a ex-primeira-ministra do Paquistão Benazir Bhutto, afirmando que os responsáveis pelo ataque só buscam "fomentar o medo e limitar as liberdades". Veja TambémAtentado mata mais de 120 na volta de Bhutto ao PaquistãoSaiba quem é a ex-premiê Benazir BhuttoApós exílio, ex-premiê chega ao Paquistão "Nossos pensamentos e preces estão com as famílias das vítimas. Não há uma justificativa política para o assassinato de gente inocente", disse o porta-voz do Departamento de Estado, Tom Casey. Casey lembrou que o presidente Musharraf e o governo do Paquistão também condenaram as explosões registradas na cidade paquistanesa de Karachi, e que deixaram mais de 120 mortos. "Os Estados Unidos apóiam o povo paquistanês na eliminação das ameaças do terrorismo e na construção de uma sociedade aberta, democrática e pacífica", apontou. O presidente do Comitê de Assuntos Exteriores do Congresso dos Estados Unidos, Tom Lantos, classificou o atentado como "absolutamente abominável" e fez um chamado às "forças democráticas e de moderação" para que prevaleçam no Paquistão. Pelo menos 126 pessoas morreram na explosão de duas bombas em um aparente ataque suicida ao comboio da ex-primeira-ministra paquistanesa Benazir Bhutto, que realizava nesta quinta-feira, 18, uma carreata para comemorar sua volta ao país após oito anos de auto-exílio. A ex-premiê saiu ilesa do incidente.

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