Para Junta Militar de Mianmar, foi inevitável processar Suu Kyi

Suu Kyi, líder opositora e Nobel da Paz, pode ser condenada a uma pena de três a cinco anos de prisão

EFE

31 de maio de 2009 | 05h37

A Junta Militar de Mianmar (antiga Birmânia) assegurou neste domingo que "não houve outra opção" além de levar perante a justiça a líder opositora e Nobel da Paz Aung San Suu Kyi por dar refúgio a um cidadão estrangeiro sem informar às autoridades.

 

"É um assunto interno e deve ser canalizado através de nosso sistema legal, sem ingerências do exterior", explicou o vice-ministro da Defesa birmanês, Aye Myint, perante os delegados da conferência de segurança asiática em Cingapura.

 

O general birmanês disse que Suu Kyi falhou em comunicar à Polícia que tinha hospedado um estrangeiro, como estabelece a lei, e assegurou essa falta deve ser julgada porque "ninguém pode estar acima da lei". O delito pelo qual Suu Kyi, de 63 anos, é julgada tem o castigo de pena de entre três a cinco anos de prisão.

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