Para lembrar

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, manifestou em abril - durante uma visita oficial do premiê russo, Vladimir Putin, a Caracas - a intenção de iniciar a construção de uma central para a produção de energia nuclear com o apoio de Moscou. Antes, em diversas ocasiões, defendeu o direito da Venezuela de desenvolver tecnologia nuclear para fins pacíficos, apesar de o país ser um dos maiores produtores mundiais de gás e petróleo. Entre 2003 e 2004, a Venezuela tentou comprar da Argentina uma central atômica desativada, que seria utilizada para pesquisas. O negócio não prosperou em razão da pressão da comunidade internacional sobre o governo argentino. Caracas, cuja capacidade técnica para levar adiante atividades atômicas está próxima de zero, é signatária do Tratado de Não Proliferação Nuclear.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.