Reuters Pool Files
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Para lembrar: Torpedo explodiu dentro do Kursk

Considerado o maior submarino de ataque já construído, embarcação foi localizada a 108 metros de profundidade no Mar de Barents

O Estado de S.Paulo

21 Novembro 2017 | 09h51

Em um dos piores acidentes com submarinos, a embarcação russa Kursk desapareceu em 10 agosto de 2000 no Oceano Ártico com 118 tripulantes a bordo. Três dias depois, o Kursk, considerado o maior submarino de ataque já construído, foi localizado a 108 metros de profundidade no Mar de Barents.

+++ Argentina nega que 'ruídos' detectados sejam de submarino desaparecido

Após uma semana tentando resgatar as pessoas a bordo, em meio ao mau tempo, o governo admitiu que todos estavam mortos. 

França, Alemanha, Grã-Bretanha, Israel, Itália, Noruega, EUA e outros países ofereceram ajuda. Mas, como o submarino continha tecnologia e segredos militares, os russos foram reticentes em aceitar. Uma investigação revelou que um dos torpedos que o Kursk transportava explodiu, mas não descobriu o por quê.

+++ Submarino argentino relatou avaria antes de desaparecer

A explosão abriu grandes buracos no casco do submarino e a maioria da tripulação morreu na explosão ou na inundação dos compartimentos. Um bilhete deixado por um dos 23 tripulantes que sobreviveram à explosão revelou que eles conseguiram lacrar um dos compartimentos, evitando a entrada da água, mas, em meio à demora em resgatá-los, tiveram uma morte lenta por asfixia. 

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