AFP PHOTO / Juan Jose Horta
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Para líder das Farc, mundo perde ‘um dos grandes homens da América e do mundo’

Timochenko escreveu em sua conta no Twitter que Fidel Castro merece glória eterna; líder da Revolução Cubana morreu aos 90 anos

O Estado de S.Paulo

26 de novembro de 2016 | 17h33

BOGOTÁ - O chefe máximo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Rodrigo Londoño Echeverri, conhecido como “Timochenko”, se despediu neste sábado, 26, do líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, e afirmou que sua memória merece glória eterna.

“Um dos grandes homens da América e do mundo partiu. Glória eterna a sua memória!”, escreveu Timochenko em sua conta no Twitter.

O chefe da equipe das Farc que participa dos diálogos de paz com o governo colombiano, Luciano Marín Arango, conhecido como Ivan Márquez, disse que, com a morte de Fidel, o mundo perde o "revolucionário mais admirável do século XX".

"No firmamento, deixou sua esteira de humanidade", disse Márquez em sua conta no Twitter, pela qual manifestou seu pesar pela morte do líder cubano e seu agradecimento pelo apoio ao processo de paz na Colômbia.

"Obrigado, Fidel, por seu imenso amor pela Colômbia. Que o Acordo de Paz de Havana seja nossa homenagem póstuma", acrescentou Márquez, que é membro do Secretariado das Farc.

Fidel Castro morreu aos 90 anos às 22h29 locais de sexta-feira (1h29 de sábado em Brasília), segundo seu irmão, o presidente Raúl Castro, que fez um pronunciamento na rede de televisão estatal. O corpo do líder será cremado, de acordo com sua "vontade expressa", explicou Raúl. / EFE

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