EFE
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Parentes de passageiros de Airbus que caiu aguardam informações em aeroporto espanhol

Gabinete de crise foi montado para dar apoio aos parentes das vítimas; aeronave partiu da Espanha e seguia para a Alemanha  

Álvaro Andrade, especial para O Estado, O Estado de S. Paulo

24 Março 2015 | 14h28


BARCELONA - Debaixo de uma fina garoa e tempo nublado, parentes das vítimas do voo 4U9525, da companhia aérea alemã Germanwings, do grupo Lufthansa, que caiu no final da manhã desta terça-feira, 24 na França, chegam escoltadas por policiais em um portão lateral do aeroporto de El Prat, em Barcelona, onde são recebidos em um gabinete de crise conjunto montado pelos governos da Espanha e França.

Das 150 pessoas que estavam a bordo, pelo menos 40 eram de origem espanhola e outras 67 eram alemãs, sendo 16 estudantes que voltavam de um intercâmbio. As informações são extraoficiais, já que a lista de passageiros ainda não foi divulgada.

Equipes de atendimento prestam apoio aos parentes em área reservada do terminal. "Tentamos, dentro do que cabe, que seja o mais cômodo possível o processo de informação sobre o acidente", declarou Artur Roman, membro da Cruz Vermelha Internacional que está com três equipes auxiliando no acolhimento.

No saguão, passageiros aguardam embarque com semblante fechado e buscam informações sobre os motivos da queda da aeronave junto às dezenas de jornalistas que estão no local. "Ficamos assustados, mas precisamos viajar", declarou uma italiana que voltava para Roma após um curso na capital catalã.

Não há representantes da Germanwings autorizados a passar informações no balcão da companhia aérea. Apenas três funcionários orientam passageiros de outros voos, que alarmados, buscam a confirmação da decolagem.

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