Partido islâmico nega incentivar protestos

O líder do principal partido islâmico da Tunísia, Rached Ghannouchi, negou ontem que a organização esteja envolvida na nova onda de protestos contra o governo interino do país. Na sexta-feira, a polícia jogou bombas de gás em uma mesquita. Na segunda-feira, um menino de 14 anos morreu durante as manifestações. A Tunísia passa por nova instabilidade, seis meses após o início da primavera árabe, que marcou a deposição do presidente do país, Zine al-Abidine Ben Ali, que estava no poder havia 23 anos.

, O Estado de S.Paulo

20 de julho de 2011 | 00h00

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