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Francois Mori / AP
Francois Mori / AP

Passaporte do Bataclan era de soldado pró-Assad morto há meses

Segundo as investigações de autoridades francesas, documento ou é falso ou foi roubado pelo Estado Islâmico antes dos atentados

O Estado de S. Paulo

18 de novembro de 2015 | 18h44

PARIS - O passaporte sírio encontrado perto do corpo de um dos suicidas que atacaram a casa de shows Bataclan no atentado de sexta-feira, em Paris, era de um soldado sírio pró-Assad morto há meses, disse uma fonte da polícia antiterrorista francesa à agência France Presse, nesta quarta-feira, 18. As investigações indicam que o documento foi falsificado ou roubado. 

Com o passaporte adulterado, o terrorista, cuja identidade ainda é desconhecida, entrou na União Europeia pela Grécia, vindo da Síria e se dirigiu à França, onde executou o ataque. O dono do passaporte original foi identificado pela polícia francesa como Ahmad al-Mohamed, um soldado sírio leal ao regime de Bashar Assad nascido em 1990 e morto meses atrás. O documento foi falsificado ou roubado e deu entrada na ilha de Leros em 3 de outubro e na Sérvia e na Croácia semanas depois. 

Segundo o ministro do Interior alemão, Thomas de Maiziere, é provável que o EI, que controla um centro de emissão de passaportes em Raqqa, tenha usado o documento como pista falsa de propósita para colocar a opinião pública europeia contra os refugiados.  / AFP

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