PBOC chinês defende transações diretas com yuan

O presidente do Banco do Povo da China (PBoC), Zhao Xiaochuan, disse ver demanda por transações diretas entre o yuan chinês e o dólar australiano por causa do aumento do fluxo de comércio entre os dois países. A China passou a permitir transações diretas entre as duas moedas há cerca de um ano, para facilitar o comércio bilateral e para promover o uso do yuan nos mercados internacionais.

AE, Agência Estado

11 de novembro de 2012 | 15h48

A pouca liquidez, porém, levou os investidores a continuarem a transacionar o yuan contra a maioria das moedas usando o dólar norte-americano como ponte.

Falando a jornalistas durante o Congresso do Partido Comunista Chinês em Pequim, Zhao, que tem 64 anos, esquivou-se de responder se vai se aposentar. Especula-se que o presidente do PBoC deixará o cargo em 2013, quando for concluída a transição das lideranças da China que está sendo iniciada com esse congresso do PCC (primeiro, os participantes do encontro elegem o novo Comitê Central, que em seguida escolhe o novo Politburo; este seleciona os membros dos órgãos que realmente detêm o poder no partido, o Comitê Permanente do Politburo e a Comissão Militar Central). Por volta do fim do primeiro trimestre de 2013, as decisões do partido vão se refletir na escolha dos novos dirigentes do Estado, a começar do presidente e do primeiro-ministro. As informações são da Dow Jones.

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