Pelo meio ambiente, diplomatas terão regalias suspensas

Representantes britânicos não podem mais viajar de avião na 1ª classe; sindicato diz que é corte de custos

Efe,

19 de fevereiro de 2010 | 01h16

Os diplomatas britânicos terão que reduzir seus privilégios em viagens aéreas, segundo um plano do Governo trabalhista para diminuir as emissões de CO2, informa na quinta-feira, 18, o jornal The Guardian.

Agora, funcionários do Ministério de Assuntos Exteriores, entre eles embaixadores e suas famílias, terão que viajar na classe turística em voos de até cinco horas de duração.

Segundo o Guardian, a mudança, que forçará os diplomatas a abrirem mão do conforto da primeira classe e da executiva, faz parte de um plano do Foreign Office para apoiar uma campanha de luta contra a mudança climática.

Outros departamentos do Governo também tomaram medidas para reduzir as emissões de carbono, como o desligamento da calefação e a utilização de automóveis menos poluentes.

"As emissões dos aviões são calculadas pela quantidade de espaço que uma pessoa ocupa no aparelho. Portanto, a primeira classe e a executiva geram mais emissões", disse ao jornal um porta-voz do Governo.

No entanto, representantes sindicais de funcionários do Foreign Office acham que a única intenção do plano é cortar custos.

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