Pelo menos seis equatorianos estão entre as vítimas de massacre no México

Autoridades mexicanas confirmaram mortes, supostamente realizadas por traficantes Los Zetas

Efe

27 de agosto de 2010 | 21h59

QUITO - A Procuradoria do Equador indicou nesta sexta-feira, 27, que há, pelo menos, seis equatorianos entre as 72 vítimas do massacre de imigrantes ilegais no México.

As autoridades mexicanas comunicaram ao governo do Equador que as mortes tinham sido confirmadas, supostamente realizadas pelo grupo de traficantes de drogas Los Zetas, disse à Agência Efe uma fonte da procuradoria.

O ministro da Justiça equatoriano, José Serrano, e a secretária Nacional do Imigrante, Lorena Escudero, apresentaram na última quinta uma denúncia para solicitar a investigação de coiotes (responsáveis por ajudar imigrantes ilegais a entrarem nos EUA) no país.

O presidente do Equador, Rafael Correa, expressou nesta sexta seu desejo de que o compatriota Luis Freddy Pomavilla, único sobrevivente do massacre, possa retornar ao país o mais rápido possível.

A Secretaria Nacional do Imigrante e outras autoridades nacionais se comprometeram a proporcionar segurança e proteção policial à família de Pomavilla.

As autoridades mexicanas já tinham confirmado nesta sexta a identificação de 31 das 72 vítimas do massacre. Os corpos foram encontrados na última terça-feira em um rancho no Estado de Tamaulipas, no norte do México.

Entre as vítimas, estão também cidadãos hondurenhos, salvadorenhos, guatemaltecos e um brasileiro.

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