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Pelotão de fuzilamento chega à prisão de terroristas indonésios

Três islâmicos foram condenados a morte pelos atentados de Bali de 2002, que deixaram 202 mortos

Efe,

03 de novembro de 2008 | 04h39

O pelotão que fuzilamento que executará os três condenados a morte pelos atentados de Bali de 2002, nos quais morreram 202 pessoas, já está na ilha-prisão de Nusakambangan na Indonésia, um novo sinal do caráter iminente do cumprimento da pena. Veja também:Bombas explodem antes de execução de terroristas em Bali Os encarregados de fuzilar Imam Samudra, Amrozi Nurhasyim e Ali Ghufron, membros do grupo radical islâmico Jemaah Islamiya (YI), o braço regional da Al-Qaeda no Sudeste Asiático, chegaram ao presídio de máxima segurança de Cilacap (Java) junto a dois promotores de Bali, informaram nesta segunda-feira vários meios de imprensa locais. O pessoal se une ao promotor que presidirá a execução, que se encontra em Cilacap desde sexta-feira, enquanto também está previsto que os réus sejam visitados por seus parentes, embora por enquanto se desconhece a data definitiva do cumprimento da sentença. Assassinato sem justificativa Abu Bakar Bashir, líder espiritual do grupo extremista Jemaah Islamiya, afirmou nesta segunda-feira, 3, que a iminente execução dos três condenados à morte pelos ataques é um assassinato sem justificativa. Como nas vezes anteriores, Bashir, que passou 26 meses na prisão por sua relação com estes atentados, desculpou os réus Imam Samudra, Amrozi Nurhasyim e Ali Ghufron de qualquer envolvimento no maior ato terrorista cometido na Indonésia, informaram vários meios de imprensa locais. "As bombas que explodiram em Bali não foram fabricadas por Amrozi e seus amigos, por isso que o governo deveria cancelar o plano (de fuzilamento) e investigar os fatos reais antes de decidir realizar a execução", afirmou o religioso em um encontro com jovens muçulmanos na localidade de Bandung, próxima a Jacarta.

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