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Peña Nieto pede reconciliação nacional

Ele assegurou que vai continuar lutando contra o crime organizado

02 de julho de 2012 | 11h43

CIDADE DO MÉXICO - O candidato Enrique Peña Nieto - virtual vencedor das eleições presidenciais no México e candidato do Partido Revolucionário Institucional (PRI) - afirmou que buscará a reconciliação e a união nacional e prometeu uma Presidência "moderna e responsável".

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Ele assegurou que vai continuar lutando contra o crime organizado, embora com uma nova estratégia para reduzir a violência e proteger a vida dos mexicanos.

A unidade dos mexicanos "é indispensável; é momento de propiciar e encorajar a reconciliação nacional" e de "deixar de lado nossas diferenças e privilegiar nossas coincidências", acrescentou.

O candidato disse que assumia com "emoção" e "plena responsabilidade" o mandato outorgado pelos mexicanos este domingo e assegurou que governará para todos.

Após agradecer aos milhões de mexicanos que votaram no pleito, assim como a seus adversários políticos, prometeu uma "Presidência moderna, responsável, aberta à crítica e disposta a escutar e a levar todos em conta".

Disse que se trata de segunda oportunidade para seu partido, que deteve o poder de 1929 até o ano 2000, e prometeu honrá-la com resultados e uma nova forma de governar.

"O país demanda trabalho, colaboração e, sobretudo e mais importante, resultados", disse este advogado de 45 anos em seu discurso, no qual prometeu trabalhar nos meses de transição nas reformas estruturais que o país requer.

Peña Nieto assinalou que liderará um Governo "eficaz, honesto, transparente e que presta contas" a partir do próximo dia 1º de dezembro, quando assuma a Presidência mexicana das mãos do conservador Felipe Calderón.

Acompanhado por sua esposa, a atriz Angélica Rivera, Peña Nieto disse que se esforçará para dar resposta às demandas legítimas da população, mas pediu unidade aos mexicanos para superar juntos os desafios que enfrenta o país.

Peña Nieto também dedicou umas palavras a Calderón, que já o felicitou por sua vitória nas urnas e ao qual reconheceu "sua vocação democrática, sua conduta e respeito pelo processo eleitoral", assim como sua determinação de enfrentar decisões difíceis em seu Governo.

Além disso, o candidato disse que impulsionará uma "renovada economia de livre mercado com sentido social que gere empregos e distribua a riqueza".

 

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