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Pentágono assegura que está preparado para enfrentar ataque nos EUA

Congresso divulgou relatório que afirma que reservas do Exército e da Guarda Nacional não são capazes de enfrentar ameaças catastróficas em território nacional

EFE, WASHINGTON

02 de fevereiro de 2008 | 02h08

WASHINGTON - O Pentágono assegurou nesta sexta-feira que as Forças Armadas dos Estados Unidos estão preparadas para enfrentar ataques químicos, biológicos ou nucleares em território nacional, e rejeitou um relatório do Congresso que afirmava o contrário.

No entanto, o Departamento de Defesa reconheceu que não está totalmente satisfeito com os planos de emergência para responder a alguns atentados catastróficos, como ataques nucleares ou uma série de ameaças químicas. O subsecretário de Defesa para assuntos de Segurança Interna, Paul McHale, afirmou que os planos para reagir a esses cenários hipotéticos vão melhorar este ano.

'Estamos preparados para reagir, mas não com a rapidez, eficiência e eficácia que tentamos conseguir', admitiu McHale.

Uma comissão do Congresso afirmou na quinta-feira em um relatório que as reservas do Exército e das forças da Guarda Nacional não estão preparadas para enfrentar ameaças catastróficas em território nacional.

Também indicou que as tropas sofrem uma 'terrível' carência de equipamentos e de pessoal que possa responder a ataques químicos, biológicos e nucleares. McHale indicou que os planos para responder a um furacão ou a uma pandemia de gripe estão bem desenvolvidos.

No entanto, admitiu que no caso de enfrentar um ataque nuclear, uma série de ataques com bombas sujas, de antraz ou de armas químicas, os planos de contingência atuais são inadequados. O subsecretário de Defesa para a Segurança Interna afirmou que o Pentágono coincide com algumas propostas da comissão, incluindo a recomendação de que a Guarda Nacional deveria assumir a liderança durante uma operação de emergência nacional, mas qualificou de errôneos alguns pontos básicos do relatório.

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