Alex Wong/Getty Images/AFP
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Pentágono diz que 51 laboratórios, 17 Estados e 3 países receberam antraz

Segundo o Departamento de Defesa dos EUA, não há indício de que o envio das amostras das bactérias potencialmente letais foi resultado de uma ação deliberada

O Estado de S.Paulo

03 de junho de 2015 | 20h29

WASHINGTON - O Pentágono afirmou nesta quarta-feira, 3, que 51 laboratórios em 17 Estados americanos e 3 outros países receberam amostras suspeitas de antraz ativo, um número maior do que o divulgado anteriormente, acrescentando que ele ainda pode subir no decorrer da investigação. 

O Departamento de Defesa dos EUA disse que não há sinal de que o envio das amostras das bactérias potencialmente letais foi resultado de uma ação deliberada. O Pentágono declarou que não há registros de qualquer infecção ou perigo ao público.

O Pentágono já havia divulgado os três países envolvidos no caso: Austrália, Coreia do Sul e Canadá. Segundo o departamento, as únicas amostras de antraz vivo confirmadas eram procedentes de uma base do Exército dos EUA em Utah, a Dugway Proving Ground.

Na terça-feira, o Pentágono afirmou que as supostas amostras de antraz haviam sido enviadas a laboratórios em 12 Estados americanos, assim como àqueles três países já em 2006. O Pentágono ordenou na semana passada uma revisão abrangente das práticas destinadas a tornar as bactérias inativas.

A manipulação de antraz pelo Pentágono levantou mais preocupações sobre como o governo dos EUA gerencia tais agentes patogênicos perigosos. O incidente ocorre após a divulgação no ano passado de que o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA manuseou mal amostras de antraz num caso semelhante. / REUTERS


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