Pentágono sofreu mais de cem ataques cibernéticos, informam EUA

Agências de inteligência tentam roubar dados de planos militares e projetos de armas

Associated Press

15 de fevereiro de 2011 | 18h45

WASHIGTON - O vice-secretário de Defesa dos EUA, William Lynn, disse nesta terça-feira, 15, que mais de cem agências de inteligência estrangeiras tentaram invadir a rede que guarda os arquivos dos sistemas de defesa dos EUA para roubar dados de armas e planos militares.

 

Segundo Lynn, os ataques visam mais o roubo de informações que a destruição dos arquivos, já que os hackers temem represália dos militares americanos se causarem danos às informações guardadas pelo Pentágono.

 

Ele disse que as maiores ameaças são grupos terroristas como a Al-Qaeda, mais difíceis de serem detidos "porque não têm nada a deter". Lynn não deu mais informações sobre os ciberataques e não deu detalhes se algum dado militar foi roubado ou destruído.

 

Organizações terroristas juraram perpetrar ataques cibernéticos contra os EUA. Nos últimos anos, esses grupos desenvolveram técnicas e tecnologias para criar ameaças pelos computadores e frequentemente recorrem ao mercado negro para ampliar essas capacidades.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.