Pequim acredita que seu comércio entrará em déficit em março

Segundo dados da Administração Geral de Alfândegas da China, nos dois primeiros meses de 2010 o superávit comercial chinês se contraiu em 50,4%

EFE

21 de março de 2010 | 06h43

O Governo chinês reiterou neste domingo sua oposição a revalorizar sua moeda, o iuane, após novas pressões dos Estados Unidos e assegurou que, pela primeira vez, sua balança comercial poderia entrar em déficit em março.

 

O ministro chinês de Comércio, Chen Deming, disse que a pressão para que o "renminbi" ("moeda do povo") seja revalorizado é "irracional" e que não será bom para ninguém nem para "o equilíbrio comercial entre China e EUA", em declarações recolhidas pela agência de notícias "Xinhua".

 

Segundo dados da Administração Geral de Alfândegas da China, nos dois primeiros meses de 2010 o superávit comercial chinês se contraiu em 50,4%.

 

Chen defendeu que a margem de impacto que possa ter uma apreciação do iuane na balança comercial seja "limitado", e acusou Washington de adotar uma atitude protecionista que pode prejudicar a recuperação da economia global.

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