AP Photo/Ng Han Guan
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Pequim endurece restrições por aumento de casos

Governo manda fechar distritos onde os novos contágios foram detectados e ordena testes nos moradores

Redação, O Estado de S.Paulo

27 de dezembro de 2020 | 20h29

PEQUIM - O governo chinês endureceu as restrições para combater a covid-19 pelo temor de que o aumento do fluxo de viagens durante o período de férias possa fazer com que as infecções aumentem na capital, após registrar casos de transmissão local pelo quarto dia consecutivo neste domingo (27).

Uma reunião liderada pelo chefe do Partido Comunista da capital, Cai Qi, solicitou que todos os distritos de Pequim entrem em modo de "emergência", fechando complexos residenciais e vilas onde são detectadas infecções.

O centro de tecnologia de Shenzhen, no sul da China, relatou um caso assintomático, um paciente que fez duas viagens de negócios a Pequim neste mês.

O Distrito de Shunyi, onde todos os casos recentes de coronavírus em Pequim foram registrados, entrou em modo de guerra e está testando seu 800 mil habitantes. O Distrito de Chaoyang, vizinho de Shunyi, concluiu os testes de 234.413 pessoas em três bairros, e nenhum testou positivo.

As pessoas que não receberam os resultados dos testes não podem sair, disse o governo do distrito.

Alguns complexos residenciais em Tongzhou adotaram novamente controles de segurança e temperatura, de acordo com mídia chinesa.

A China controlou amplamente o coronavírus, mas os casos estão reaparecendo esporadicamente em um pequeno número de cidades.

Autoridades planejam vacinar 50 milhões de pessoas em grupos de alto risco antes das férias do Ano Novo Lunar (a partir de 11 de fevereiro), de acordo com o jornal estatal Global Times. / REUTERS

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