Pequim vai retirar ambulantes e mendigos da praça da Paz Celestial

Campanha policial também pretende pôr fim ao trabalho de 'distribuidores de panfletos e motoristas ilegais de táxis'

Efe,

03 de janeiro de 2008 | 02h23

A Polícia chinesa iniciou uma campanha para retirar da Praça da Paz Celestial, centro geográfico e político de Pequim, todos os vendedores ambulantes e mendigos que operam no local, informou nesta quinta-feira, 3, a imprensa estatal. A campanha policial também pretende pôr fim ao trabalho de "distribuidores de panfletos e motoristas ilegais de táxis", destacou a agência oficial de notícias Xinhua. A Avenida Chang'an, a principal ligação do leste com o oeste da cidade e que corta a praça, também será alvo desta campanha, mais uma das iniciadas pelas autoridades locais para melhorar a imagem de Pequim para os Jogos Olímpicos. Vendedores e mendigos costumam ficar nas passagens subterrâneas que dão acesso à praça, visitada diariamente por milhares de pessoas, e na qual se encontram a entrada da Cidade Proibida, o Grande Palácio do Povo, o Museu Nacional, e o Mausoléu onde está o corpo embalsamado de Mao Tsé-tung. Os vendedores costumam vender postais de pontos turísticos de Pequim e outros souvenirs, além de bandeiras da China na festa nacional (1º de outubro) e, ultimamente, objetos relacionados aos Jogos Olímpicos. As pessoas que praticarem atividades ilegais na Praça da Paz Celestial e na Avenida Chang'an estarão sujeitos a multas e detenções, além de ter seus produtos apreendidos, advertiu a Polícia. As patrulhas contra ambulantes e mendigos começaram nesta quarta-feira, e acontecem nos quatro bairros que cercam a Praça da Paz Celestial (Xixheng, Dongcheng, Chongwen e Xuanwu), além de Haidian (zona universitária) e Chaoyang (onde estão as embaixadas).

Tudo o que sabemos sobre:
ChinapraçaPaz Celestial

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.