STR/AFP
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Peregrinação a Meca terá número limitado de participantes em razão da pandemia

Um dos cinco pilares do Islã, hash será mantido no final de julho; Arábia Saudita divulgou novas regras

Redação, O Estado de S.Paulo

22 de junho de 2020 | 17h31

A Arábia Saudita anunciou nesta segunda-feira, 22, a manutenção no final de julho da grande peregrinação muçulmana a Meca, um dos cinco pilares do Islã, com um "número muito limitado" de fiéis devido à nova pandemia de coronavírus, segundo a agência oficial de notícias SPA.

Somente pessoas de qualquer nacionalidade "que estejam dentro do reino saudita" poderão executar o hash, de acordo com medidas de precaução destinadas a conter a propagação do vírus, informou a agência.

Até agora, Riad manteve a incerteza em torno da celebração desta peregrinação, uma das maiores reuniões religiosas do mundo, que atraiu 2,5 milhões de muçulmanos em 2019, segundo dados do ministério responsável pela organização.

Depois de tomar medidas estritas de contenção, a Arábia Saudita na semana passada suspendeu o toque de recolher em todo o país.

No domingo, as mesquitas de Meca reabriram suas portas.

O anúncio da manutenção do hash ocorre depois que o diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou na segunda-feira que a pandemia "continua se acelerando" no mundo.

Esse é especialmente o caso da Arábia Saudita, o país árabe do Golfo mais afetado pelo aumento do número de infecções. As autoridades documentaram oficialmente 161.000 casos, incluindo 1.307 mortes. /AFP

 

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