Douglas Juarez/Reuters
Douglas Juarez/Reuters

Peru enfrenta um dos piores desastres naturais das últimas décadas

Chuvas e inundações em diversas regiões do país mataram 43 pessoas e feriram mais de 70

O Estado de S.Paulo

16 de março de 2017 | 05h23

LIMA - Chuvas, enchentes e inundações em 20 das 25 regiões do país já deixaram ao menos 43 mortos e 72 feridos. Há ainda mais de 56 mil afetados, segundo os últimos dados oficiais.

O Instituto Nacional de Defesa Civil afirmou que o desastre natural atingiu 546 mil pessoas e destruiu 6.500 casas.

As chuvas estão ligadas ao fenômeno “Niño Costero”, causado pelo aquecimento das águas do Pacífico.

Várias regiões do país declararam situação de emergência, principalmente as do norte como Piura, Tumbes e Lambayeque.

Houve avalanches de pedras e lodo ao redor de Lima, derrubando pontes, fechando estradas e prejudicando a agricultura local.

No centro de Lima, o Rio Rímac transbordou e inundou uma importante região da cidade. Devido à situação semelhante em outras áreas da cidade, o governo local suspendeu as aulas na região metropolitana da cidade.

O presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, pediu “serenidade” e “prudência” com a situação e afirmou que o governo está “absolutamente dedicado” a atender as emergências. “É algo que ninguém podia prever. Um dilúvio que ocorre a cada 50 anos”, declarou ao Canal N na noite da quarta-feira, 15. Kuzcynski afirmou ainda que o governo tem recursos necessários e espera contar com apoio do Congresso para aprovar verbas adicionais. / AFP e EFE

    

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